Do latin, promissa; s.f. acto ou efeito de prometer; aquilo que se promete; oferta; voto feito a Deus ou aos santos para obter uma graça.
Não fiz qualquer “voto a Deus ou aos Santos para obter uma graça”. Mas quase cometi o “acto ou efeito de prometer” que não postava nada enquanto o senhor Castor também não o fizesse.
A ideia era essa, mas o puro conceito de prometer algo assusta.
Um cabelo numa cabeça, não e nada. Mas um cabelo numa sopa pode ser muitas coisas. Ahhh santa relatividade omnipotente!!! Dai a relutância que me persegue a prometer o que quer que seja. A vida muda tantas vezes e vá que uma promessa fica por cumprir. Não me perdoaria!
Não prometi, mas fiquei para ver quando é que saia o tão esperado post. E voilá… não há.
Desdentar o Castor? É uma ideia!
Atirá-lo da Torre de Belém e dizer que ele se atirou? Outra ideia.
Dá-lo a um circo chinês? Não o quereriam!
Adiante.
Confesso que ando perturbada.
Muito. Imenso.
E tal facto deve-se a estas palavras ideia:
Não há filósofos. Há apenas adolescências prolongadas!
Percebi então que jamais poderia ser adoptada.
1 comentário:
E agora excelência? satisfeita? ;)
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